Novamente, eis me aqui
Pela décima vez
Morro só
Lentamente
Deliciando teus lábios
Enquanto meu sangue
Percorre o caminho
De radial ao inferno
Na loucura de por ti
Que se poderia ter
Sofrer na mais bela morte
Na volúpia dos meus olhos
Que se fez por ti
Agora apenas a escuridão
Tendo-te negado por não ter
Sua alma por completo
Queria te-la bebido
E sugado tua vida
Para que fosse junto a minha
Unir-se ao fluido vermelho
Que se esvai de mim
E se me negou tua entrega
Que é o fim de todos
Entrego-me tão somente
Ao nada
Onde nem a niguém
Não espero-te
Ciclos, se repetem
Tudo, da mesma forma
Exceto a dor
E o êxtase, de morrer
Devo livrar-me, das promessas
Dos desejos e medos
Sendo assim, feliz
Não me tiveres, porque não quisestes
Já não posso mais suportar
Que ressoam ao longe
Os gritos em mim
E de lá me chamam
Querendo resgatar-me
No qual em algum momento
Naufraguei, oceano negro
Seja lá qual for
é agora que me realizo
sem pedir que me compreendas
nem que me ames
Dei-lhe minhas mãos
Quisestes atá-las longe de ti
Já não sofro
Que compus por magia
Apenas ouço a canção
Em meus nada lúcidos pensamentos
E se as cores desbotam
O sangue ainda está vivo
Que acelera tentando resgatá-lo
Serpenteando para longe de meu coração
Deixe que vá
Com ele, minhas loucas lágrimas
Tão puras quanto imundas
Pela última vez,
Limpo-me do amor
Despida do encanto que poderia revesti-lo
Que busquei em teu olhar
Em busca da paz
Mas que só posso encontrar
Na doçura de meu próprio corpo
Pálido e frio
À beira do leito
Perdendo o mundo
E ganhando sua própria vida
No encanto de adormecer.
Pela décima vez
Morro só
Lentamente
Deliciando teus lábios
Enquanto meu sangue
Percorre o caminho
De radial ao inferno
Na loucura de por ti
Que se poderia ter
Sofrer na mais bela morte
Na volúpia dos meus olhos
Que se fez por ti
Agora apenas a escuridão
Tendo-te negado por não ter
Sua alma por completo
Queria te-la bebido
E sugado tua vida
Para que fosse junto a minha
Unir-se ao fluido vermelho
Que se esvai de mim
E se me negou tua entrega
Que é o fim de todos
Entrego-me tão somente
Ao nada
Onde nem a niguém
Não espero-te
Ciclos, se repetem
Tudo, da mesma forma
Exceto a dor
E o êxtase, de morrer
Devo livrar-me, das promessas
Dos desejos e medos
Sendo assim, feliz
Não me tiveres, porque não quisestes
Já não posso mais suportar
Que ressoam ao longe
Os gritos em mim
E de lá me chamam
Querendo resgatar-me
No qual em algum momento
Naufraguei, oceano negro
Seja lá qual for
é agora que me realizo
sem pedir que me compreendas
nem que me ames
Dei-lhe minhas mãos
Quisestes atá-las longe de ti
Já não sofro
Que compus por magia
Apenas ouço a canção
Em meus nada lúcidos pensamentos
E se as cores desbotam
O sangue ainda está vivo
Que acelera tentando resgatá-lo
Serpenteando para longe de meu coração
Deixe que vá
Com ele, minhas loucas lágrimas
Tão puras quanto imundas
Pela última vez,
Limpo-me do amor
Despida do encanto que poderia revesti-lo
Que busquei em teu olhar
Em busca da paz
Mas que só posso encontrar
Na doçura de meu próprio corpo
Pálido e frio
À beira do leito
Perdendo o mundo
E ganhando sua própria vida
No encanto de adormecer.
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