Lua Cheia
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Presente
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Elementos do amor
Em teus olhos castanhos, vejo chamas
domingo, 4 de novembro de 2012
Tempestade em céu azul
para a felicidade alcançar.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Aprendendo
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Paixão inspiradora
Uma bela canção é tão inspiradora
quanto uma doce paixão
Se por ela me apaixonei
e,vezes seguidas, até me esgotar ouvi
também de tal paixão pouco sobrara
Mas um esgotamento tal qual
a música que se repete
Até que se canse daquele som
E se procure outro
Que leve quem o aprecia às nuvens
Abalando corpo e mente
Em sua suave melodia...
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Lembranças
Ela deitou- se na cama, fechou os olhos e começou a devanear, após mais um dia não muito interessante. A insônia abriu- lhe os olhos. Pôs- se a escrever sobre (ou para) alguém, ou simplesmente para ela.
“Se um dia descobrira a paixão, fora numa troca de olhares não tão ingênua quanto diria a poesia. Quanto segredo quisera em ti descobrir, mas em anos tão pouco me revelara. Contentei- me a conter-te em meus pensamentos e devaneios profundos, porque a proibição impunha- se mais imponente que o desejo de nossos olhares e abraços despretensiosos. Teus olhos calmaria jamais foram, apesar de límpidos e suaves, causaram verdadeiras tormentas em sentimentos tão pouco explorados e grandemente reprimidos. Nunca acreditara em nada religioso, apenas fantasmas e bonecas vingativas, além de alguma desconfiança quanto a um possível mundo além, como muitos dizem. Entretanto, fizeras com que acreditasse que nosso entendimento transcendesse o simples convívio presente e fosse além do explicável, mais inimaginável que qualquer teoria sobre vivos, mortos e aqueles em meio caminho entre isso. Pois troca de olhares sempre bastara para compreendermos o incompreensível de nossas almas medrosas e aflitas com turbilhões de problemas, cada qual um dimensão do teu. E por mais dúvidas impostas, não precisava mais que um toque amigo e carinhoso para que o mundo desaparecesse por completo infinitamente durante alguns segundos. Tentativas não faltaram, e, infelizmente, o destino impôs- nos completa distância, por bem ou mal. Mas o bem que me fizestes depertara em mim o desejo de ser melhor do que poderia ser. Agora me resta o vício de buscar por olhos que vejam minha alma, como os teus viam, que me façam querer persistir, bem como braços que me acalentem e transfiram-me mais energia do que o corpo possa suportar, como os teus fizeram tantas vezes. Acredito na impossibilidade de tal feito e por mais que o tempo passe, sempre lembrarei de uma certa paixão proibida, reprimida, que me impulsionou em direção ao que hoje sou e em cujas lembranças ainda me apoio buscando conforto ao desespero meu de cada dia. Ligação mais sublime que céus e mar não se rompe com o tempo, ainda nos reencontraremos, aqui ou em qualquer outro lugar.”
Após escrever, adormeceu profundamente, sem sonho algum.
domingo, 3 de julho de 2011
O louco....

Um louco dentre eles
Busca a alma em qualquer lugar
Perde-se com o tempo
De tanto esperar
Chora quieto quando lua cheia
Ri alto numa tarde fria
Qualquer coisa que não tem
E talvez nunca terá
Sonha por aí
Quem sabe se ama
Mal conhece a si
Da solidão tem medo
Também dos seus segredos
Do futuro a esperar.